Acorda - por Antonio Montes

Acorda - por Antonio Montes

ACORDA!

 

Não devo nada! E nada...
Eu também não tenho e nem temo
Estou vivento quieto no meu canto 
Sóbrio em meus sentimentos de desencanto
Seguindo aos trancos tentando subir
as margens e os barrancos
Adquirindo pela vida, fios de cabelos brancos.
Vivos sonhos... E neles vou fixando as
esperanças aos meus querer
Eu sinto... Sinto muito os abraços do
abandono a me aconchegar
Ah! Quantas vezes eu choraminguei para 
o meu ser... Mas o ser supremo rir
escancarado do lado de lá
Às vezes penso ver um caminho, mas nem
sempre sei se devo seguir os pensamentos
Então eu ouço uma voz do subconsciente 
a me inquietar... E essa voz me chama:
Fique? Vamos? Não, não vá!
Eu já nem sei o que faço! E ah essa altura 
tenho duvidas do meu andar
Penso... Sinto e sentindo... Eu cheguei a 
conclusão que: todavia eu tenho tentado a 
ficar de pé, mas só tenho conseguido engatinhar
Sei, eu sei... Nem sempre sou guiado pelo 
caminho, mas os instintos mostram-me
a incerteza de me levar.
Às vezes perdidos sob as duvidas acho que 
dormi, dormi e vivo sonhando...
E como se não bastasse, parece que ouço
Uma voz gritando... Acorda!

 

Antonio Montes 26/09/14

 

 

 

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