Auzêh Freitas - por Eduardo Garcia

Auzêh Freitas - por Eduardo Garcia

Auzêh Freitas

Pseudônimo de Maria Auzerina de Freitas

 

Pernambucana de Pesqueira (com muito orgulho, como gosta de salientar), Professora, Escritora, Compositora, Poetisa Declamadora e Atriz amadora.

Membro das seguintes Entidades:

SOPOESPES (Sociedade dos Poetas Escritores de Pesqueira, PE)

SPVA-RN – (Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN)

CORUJÃO DA POESIA UNIVERSO DA LEITURA  DO RJ

(Embaixadora em Pernambuco)

 

 PUBLICAÇÕES:

I Antologia da SOPOESPES - Sociedade dos Poetas e Escritores de Pesqueira Organizadores:  Jacqueline Torres/ Edmilton Torres / Maria Rita Albuquerque e Zélia Costa.

Antologia  Literária da SPVA - Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN.

Organização: Ozany Gomes - Volume 7

 

Antologia Literária da SPVA - Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN.

Organização -Jania Souza  Volumes 5 e 6

 

Homenageada com publicações de poemas em Natal-RN.

Livro "Nau de esperanças” da escritora e poeta Suzana Galvão.

Livro “Canções da Lagoa Dourada" da escritora e poeta  Vilmaci Viana .

Vencedora de Concurso de Poesia

LARA CARTONERA - Belo Jardim – PE

AUTORES DO AGRESTE - I Concurso Literário Lara Cartonera

UNIVERSIDADE POTIGUAR - Shoping Midway-Lojas La Femme.

Publicações de seus escritos em sites e blogs culturais.

Tem participação em peças de teatro, curtas-metragens, comercial de TV e Monólogo. Guerrilheira Cultural da UBE - PE, do CRO - Conselho de Odontologia de Natal-RN e do Sarau das Artes /Grupo de Teatro JoãoTeimoso, Recife-PE 

Participa de saraus em abrigos e hospitais, em lançamentos de livros, ônibus e praças.

Fliporto e Altfast Fliporto.

 

GRAVEI A FERRO E FOGO

Gravei a ferro e fogo os sonhos que sonhei.

Plantei mudas de mim mesma,

nos filhos que gerei.

Sementes vindas de longe

do imenso amor que amei.

 

Quando choro, não enxugo lágrimas,

são adubo para minha alma

e meus olhos ficam mais verdes.

 

Gravei a voz dos poemas

que chegaram gritando

e repousarei em livros

os que chegaram sussurrando.

E nesta minha vida de poeta,

neste coração que não se aquieta,

eu já ando com saudades ... de  mim.

 

 

MENARCA EM MIM


Quando sangrei pela primeira vez.

Menarca em mim.
Chegou ditando regras,

elevou minha infância.
Me lavei com sabão de pedra.

E eu sonhava ter sangue azul. 

 

 

NEM GRAY NEM NARCISO.

O tempo está- me

esgarçando a pele, 
separando fios, feito seda,                                                                                              

 afastando do mundo
minha alma vaidosa.                

Sou tela em cavalete
com saudades do artista,
e tintas envelhecem em ocre cor,

verde musgo em ateliê abandonado,                                                                                        

vitral do absurdo.


Estojos espalhados, tal qual folhas ao vento,

espelhos manchados no imenso triste vidro.
Dos rostos que lembrava ao me fitar,
nem Doryan Gray nem Narciso.

 

 

BANZO E BENZO


Tenho banzo e me benzo.
Na catedral vazia, 
diante do lenho
e do Senhor Morto,
dores atrozes 
desnudam minha alma.


Agora, sem mais nada
tudo ainda sangra... 

peito, chagas.
Há pedras e sol,                                                                                                                             

deserto em mim,                                                                                                                          

 por onde ando. 

 

Auzerina super poetisa, quando chega aos recitais vem com aquela energia e alegria que contagia a todos.

Suas declamações são um espetáculo aparte, um desempenho de artista que traduz e aplica nas suas poesias interpretando-as com sentimento ímpar.

O teatro também está em suas veias e a poesia se complementa nele.

 

Pesquisa e Comentários

LUIS EDUARDO GARCIA AGUIAR

Poeta - Escritor - Colunista - Pesquisador - Palestrante - Diretor da UBE

 

 

 

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