Bienal PE 2015 - Adriano Marcena - Entrevistado

Bienal PE 2015 - Adriano Marcena - Entrevistado

Nome: Adriano Marcena

 

Quais livros estarão sendo autografados na BIENAL PE:

Os títulos são: RASPANDO O TACHO – Comida e Cangaço e MEXENDO O PIRÃO: importância sociocultural da farinha de mandioca no Brasil holandês.

 

Tema do conteúdo que escreve:

Escrevo sobre cultural e, mais recentemente, tenho me dedicado à História da alimentação no Brasil, entendo comida como importante fragmento simbólico da cultura brasileira.

 

Adriano Marcena nasceu no Recife-PE. Dramaturgo, escritor e historiador. Entre suas publicações estão: A Ópera do Sol; (Prefeitura da Cidade do Recife, Conselho Municipal de Cultura, 1998), Teatro Completo Um: textos para 1,2 e até 3 atores (BNB Cultural), Dicionário da Diversidade Cultural Pernambucana (Ed. Autor, 2010), Mexendo o pirão (Funcultura, 2012) e Raspando Tacho - Comida e cangaço (Funcultura, 2012). Recebeu o Prêmio Nacional de Estímulo à Dramaturgia, outorgado pela FUNARTE/Ministério da Cultura do Brasil para a obra A Ópera do Sol, em 1996, o Prêmio Elpídio Câmara de Teatro concedido pelo Conselho Municipal de Cultura da cidade do Recife e o Prêmio Nacional Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010, para mesma obra. Atualmente está Presidente da Academia de Letras do Jaboatão dos Guararapes - ALJG. 

 

Divulga Escritor – Escritor Adriano Marcena, é um prazer contarmos com a sua participação no projeto Divulga Escritor, conte-nos o que o motivou a participar da BIENAL PE?

Adriano Marcena - Entendo que a BIENAL PE é importante espaço para a promoção da literatura, do livro e da leitura. Espaço de socialização de ideias, de trocas de saberes, de fortalecimentos de identidades. Contudo, seu lado mais expressivo é possibilitar o encontro entre escritores e leitores.   

 

Divulga Escritor - Em que momento se sentiu preparado para publicar um livro?

Adriano Marcena - No momento em que acreditei que tinha algo de importante para dizer as pessoas. Ao amadurecermos mais um pouquinho percebemos que o mais interessante não é publicar, mas sim o processo de criação, o mergulho que damos dentro da gente com o intuito de provocar o outro, ou seja, o leitor. Publicar é só um a consequência desse mergulho.

 

Divulga Escritor -  O que mais o encanta na área literária?

Adriano Marcena - A capacidade de inventar uma nova realidade e de poder dividir suas incertezas com o leitor.

 

Divulga Escritor - Conte-nos um pouco sobre o livro “Raspando o tacho – comida e cangaço” que estarás autografando na Bienal

Adriano Marcena – O livro Raspando o tacho - comida e cangaço segue os vestígios deixados pelos tachos andarilhos do cangaço na tentativa de entender como os cangaceiros adquiriam, transportavam, conservavam, preparavam seus alimentos e os comiam, além do cuidado que tinham em se desfazer das sobras alimentares evitando os rastros para a polícia.  A publicação traz uma versão em audiobook do livro para garantir o acesso das pessoas com deficiência visual.

 

Divulga Escritor - Além de “Raspando o tacho – comida e cangaço” o leitor poderá encontrar outro livro do autor Adriano Marcena na Bienal?

Adriano Marcena - Mexendo o Pirão: importância sociocultural da farinha de mandioca no Brasil holandês, aborda a comida como cultura, tendo como pano de fundo a fome durante a invasão holandesa ao Nordeste brasileiro.

 

Divulga Escritor -  Em que dia, local e horário você vai estar na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco 2015?

Adriano Marcena - Sábado, 10 de outubro de 2015, 17h30, na Plataforma de Lançamentos da Bienal.

 

Divulga Escritor - Quais os seus principais objetivos como escritor?

Adriano Marcena - Tentar contribuir, mesmo que pouquinho, para o processo de humanização, evidenciando os aspectos contraditórios da barbárie humana que vive adormecida dentro da gente. 

 

Divulga Escritor - Como você vê a Bienal Internacional do Livro de Pernambuco para o desenvolvimento literário pernambucano?

Adriano Marcena - Quaisquer iniciativas que convirjam para o encontro das pessoas cujo foco é a valorização da inventividade humana, neste caso a criação literária, muito fortalece o nosso patrimônio simbólico. Sendo assim, a Bienal Internacional do Livro de Pernambuco é iniciativa de grande importância para o capital intelectual do Brasil e, em especial, de Pernambuco.

 

Divulga Escritor - Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista. Muito bom conhecer melhor sua trajetória literária. Agradecemos sua participação no projeto Divulga Escritor. Que mensagem você deixa para nossos leitores?

Adriano Marcena - Os livros nos ajudam a entender que a vida é uma constante invenção dos desejos humanos e que pode ser melhorada a cada dia. Enfrentar o mundo é desafiar a si mesmo, assumindo fraquezas e potencialidades, sem, contudo, nos acovardarmos diante das dificuldades, pois o covarde não contribui em nada para a construção de um mundo melhor.

Obrigado pela oportunidade.

Abraços,

Adriano Marcena

 

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