Cultivar a gentileza não dói - por Maria Estela Ximenes

Cultivar a gentileza não dói - por Maria Estela Ximenes

CULTIVAR A GENTILEZA NÃO DÓI

 

Dias desses, presenciei duas situações incômodas. Uma senhora se recusou entrar no ônibus porque uma mulher estava sentada no banco que fica ao lado do motorista, o detalhe curioso era que o assento reservado para idosos estava disponível, mas como supostamente ela queria sentar naquele banco em específico,  insultou  uma pessoa que nunca tinha visto de prostituta e outros  nomes vulgares.

Em um outro momento, grupos decidiram invadir as catracas do metrô de São Paulo após sair de um protesto contra o governo, um verdadeiro caos se instalou no local,  colocando em risco a segurança dos usuários.

            Ambas situações  me  faz pensar  que estamos em uma época onde tanto se questiona  a falta de compostura dos jovens ao lidar com os adultos, mas  que  exemplo de bons modos os adultos estão transmitindo para esses jovens? Senhoras  que  por serem idosas se acham no direito de ofender o usuário de um   coletivo que tem tantos direitos de uso quanto. Pessoas que se dizem críticas por estarem defendendo determinadas causas burlando leis. É certo que não cabe aqui generalizar, mas não é raro depararmos  com  adultos exibindo tamanha falta de  compostura.

            A questão  não é  ser jovem ou idoso e  sim a necessidade de   superar o individualismo  e se colocar no lugar do outro,  a conhecida  frase “trate o outro como você gostaria de ser tratado.”

  Cultivar a gentileza  não dói e  a  boa educação agradece.

 


 

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