Desvario - por Adriana Freitas

Desvario - por Adriana Freitas

DESVARIO

 

Tem gente que merece passar por ridículo. Perde o senso e a moral expondo-se em redes sociais. Compartilha sua vida com semidesconhecidos. Particularidades que se deviam permanecer entre paredes ganham cores para qualquer um ver. Privacidades viram “realities shows” com juízos que nada têm a ver com a realidade.

            Expõe suas vidas como se elas fossem produtos expostos em vitrines. Agem como pseudo celebridades, pseudo intelectuais. Falam coisa nenhuma e descrevem suas rotinas diárias. Cada passo, cada pensamento. Cada ideia. Sem se cansarem e sem perceberem que 90% da exposição é desnecessária e excessiva.

Ninguém está interessado em saber o que você comeu no café da manhã, que você perdeu o ônibus ou o pneu do seu carro furou no meio da estrada. Ninguém quer saber a cor da roupa que você escolheu para trabalhar. O remédio que você está tomando e muito menos o cardápio do seu almoço.

Rede social não é shopping center. Rede social não é psicoterapia. Rede social não é lavanderia. Rede social é mídia. Passatempo. Diversão. Pode ser um meio de trabalho. Por sinal, muito importante. Mas sem exageros. Rede social não é mecanismo de vingança e muito menos ringue de luta. Por tanto, toda e qualquer rede social deve ser utilizada, mas com moderação.

 

 

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