Escrever - por Anchieta Antunes

Escrever - por Anchieta Antunes

E S C R E V E R

 
Não quero alimentar meus versos com letras enfermiças devido ao mau uso, muito menos com o uso torpe e ditatorial do verbo calar. 
Não quero envilecer minhas estrofes com palavras cansadas pela repetição, pela rima forçada, pela incoerência da falta de sentido lógico. Não quero aviltar meu lirismo empregando lugares comuns, letras desgastadas pelo tempo, repetições metafóricas, cansaço intelectual. Não quero me aproveitar da vilania de palavras viciadas para enfeitar um altar de avatares que baixaram para silenciar a dúvida não pronunciada. 
Escrever deve ter a liberdade das asas translúcidas que nem mesmo precisam de movimentos para galgar céus e nuvens, horizontes e infinitudes para divulgar uma ideia, um conceito, um elaborado esquema emocional dramático e romanesco. Escrever precisa da liberdade do pensamento autônomo. 
Para escrever careço da pureza de juízo para caminhar nas trilhas da fantasia, das elucubrações artísticas e devaneios inspiradores. Escrever uma letra é como engendrar um filho nas entranhas do brocardo criativo. Escrever é sentir-se em comunhão com o Deus da criatividade, é perceber que domina a mágica do ajuntamento de letras que formam palavras, que redundam em sentenças, que resultam em livros. 
A boa escrita necessita de um bom clima ambiental, seja de ares frescos, seja de paz de espírito; não prescinde de silêncio, de acuidade mental, de pensamentos elásticos, do destemor para se apresentar perante o público, as críticas, as divergências, e a sabedoria da aceitação de opiniões diversas. 
Ser escritor é, antes de tudo, ser sábio, com independência e discernimento. 
Escrever não é simplesmente promover um aglomerado de palavras, muitas vezes sem sentido algum. O primeiro movimento da escrita é dado pela alma, o segundo pela inspiração, o terceiro pela pena, o quarto pelo conhecimento ortográfico, depois o domínio da gramática, em seguida saber escolher o tema a ser apresentado, discorrido, Escrever é expor-se à censura, sem direito a retaliações.
 
Anchieta Antunes
final de setembro/2016.
 
 
 
 
E S C R E V E R
 
Não quero alimentar meus versos com letras enfermiças devido ao mau uso, muito menos com o uso torpe e ditatorial do verbo calar. 
Não quero envilecer minhas estrofes com palavras cansadas pela repetição, pela rima forçada, pela incoerência da falta de sentido lógico. Não quero aviltar meu lirismo empregando lugares comuns, letras desgastadas pelo tempo, repetições metafóricas, cansaço intelectual. Não quero me aproveitar da vilania de palavras viciadas para enfeitar um altar de avatares que baixaram para silenciar a dúvida não pronunciada. 
Escrever deve ter a liberdade das asas translúcidas que nem mesmo precisam de movimentos para galgar céus e nuvens, horizontes e infinitudes para divulgar uma ideia, um conceito, um elaborado esquema emocional dramático e romanesco. Escrever precisa da liberdade do pensamento autônomo. 
Para escrever careço da pureza de juízo para caminhar nas trilhas da fantasia, das elucubrações artísticas e devaneios inspiradores. Escrever uma letra é como engendrar um filho nas entranhas do brocardo criativo. Escrever é sentir-se em comunhão com o Deus da criatividade, é perceber que domina a mágica do ajuntamento de letras que formam palavras, que redundam em sentenças, que resultam em livros. 
A boa escrita necessita de um bom clima ambiental, seja de ares frescos, seja de paz de espírito; não prescinde de silêncio, de acuidade mental, de pensamentos elásticos, do destemor para se apresentar perante o público, as críticas, as divergências, e a sabedoria da aceitação de opiniões diversas. 
Ser escritor é, antes de tudo, ser sábio, com independência e discernimento. 
Escrever não é simplesmente promover um aglomerado de palavras, muitas vezes sem sentido algum. O primeiro movimento da escrita é dado pela alma, o segundo pela inspiração, o terceiro pela pena, o quarto pelo conhecimento ortográfico, depois o domínio da gramática, em seguida saber escolher o tema a ser apresentado, discorrido, Escrever é expor-se à censura, sem direito a retaliações.
 
Anchieta Antunes
final de setembro/2016.

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