Guerras em charcos - por Maria de Fátima Soares

Guerras em charcos - por Maria de Fátima Soares

GUERRAS EM CHARCOS

 

No mundo nunca haverá entendimento. Se o homem além de violento, é estúpido. Arranja focos de discórdia por caganitas de ovelha. Faz guerrilhas e mata por um pedaço de coisa nenhuma. As pessoas podiam aplicar a sua inteligência para o bem. Tranquilidade do meio e a sua, mas não! Conta desestabilizar por qualquer coisa sem sentido e o que inicialmente não era nada, assume proporções gigantescas, devido à má vontade. Cismo, o que contribui para que na generalidade, seja assim, sucessivamente. Nada, muda! Nem com doutrinas, exercícios de relaxamento. Caminhadas pelo deserto, ou isolamento nos Andes. Sigam a modernidade evolutiva do pensamento das massas, ou dos gurus que vendem paz. Dos que prometem um outro ego, na troca duma mensalidade... NADA! De que nos serve partilhar mensagens a propagar a fé. Não-violência. Amor ao outro. Respeito por todos. Estar durante duas horas, a ouvir discursar num evento sobre auto controle, se chegamos cá fora e basta uma palha, para se declarar, fogo!

Por coisas ínfimas. Insignificantes. Algumas completamente invisíveis, que só alguns percebem muito a custo. Outras, estando na frente dos olhos com uma interpretação, que cinquenta lhe dão boa, terão de infalivelmente haver dois, que as distorcem. Se peguem, pela razão. 

Fica-se habitualmente incrédulo (quando se assiste a algumas brigas e ao perguntar-se o motivo), nos deixa boquiabertos. Matam-se pessoas por pormenores. Invalida-se a procura de uma outra resposta através do diálogo! Do simplesmente, tentar deixar passar, não dando importância. Não! Infalivelmente tem de ser o assunto do ano. A briga do século. Nunca entenderei isto. Há tanta coisa realmente grave e profunda. Tão pouco é o tempo e passa tão rápido. E numa hora, menos, das vinte e quatro horas dum dia, torna-se miserável a vida do outro. Por se ser desprovido de tolerância e inteligência. Deitando mão a uma risada, que seria, em muitos casos, o extintor. Não! Insistam que é possível, submarinos navegarem em charcos. Atirem mais uma pedra, se vos faz ganhar o dia.  Quando muitas vezes os piores, são precisamente, esses. Os dos cursos de como saber estar e ser. Proclamam a vinda de D. Sebastião. Seja! Façam como entenderem se acham que continuar neste caminho salva! Convençamo-nos todos que somos muito civilizados. E… Muito boas pessoas.

 

Maria de Fátima Soares

 

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