José Lopes da Nave - Colunista

José Lopes da Nave - Colunista

José Arménio Lopes da Nave, natural da Guarda, Portugal, licenciado em Ciências Sociais e Políticas.

 

Devido aos curricula, muito cedo comecei a ler os autores clássicos portugueses e estrangeiros, para além daqueles que a biblioteca liceal dispunha.

 

A biblioteca municipal era também uma preciosa fonte de leitura.

 

Profissionalmente, exerci a minha atividade no Departamento Central de Planeamento, tendo tido a meu cargo os sectores da Segurança Social, Educação e Saúde, tanto na preparação das respectivas estratégias nacionais, como no seu sequente desenvolvimento.

 

Relativamente à Saúde, assumi funções de direcção na Região Autónoma dos Açores e Administração Regional de Saúde de Lisboa e posteriormente as de consultoria.

 
 
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julho 2014

José Lopes da Nave - Colunista

Momentos - por José Lopes da Nave

MOMENTOS     A vida é plena de momentos,   de circunstâncias   que, por vezes não valorizamos,   porém, quando despertamos,   o tempo já não nos deixa regressar,   tudo decorre inesperadamente,   instantes que jamais...

Recordando - por José Lopes da Nave

RECORDANDO       Enquanto não durmo, lembro,   os fins de tarde, idos,   com os raios de sol poente   por entre as nuvens levadas pelo vento,   através das araucárias do monte.   A nostalgia das tardes,   passadas junto ao...

Morarei junto a ti - por José Lopes da Nave

MORAREI JUNTO A TI   Morarei junto a ti. Ouço-te no meu desejo de ver-te de sentir-me assim, de querer dizer-te até quanto!  Feliz por pronunciar que te amo. Separados, não feches os olhos lembra-me, sentir-te-ás como ao sorrir para ti teu olhar brilhará, comigo ao lado, porque nos...

Quero ver-te claramente - por José Lopes da Nave

QUERO VER-TE CLARAMENTE        Aproximando-te,    mas o que desfruto é um sonho de névoa,    a continuar, durante o dia    e, ao fechar os olhos, a cada segundo da noite,    vivo outra vida, num sonho que...

Sorrisos - por José Lopes da Nave

SORRISOS       Sorrisos   são doces e perfumadas   pétalas azuis de jacarandá   que a brisa suave   transmove pelo ar   e dispersa para o mar,   em noites de calmaria,   as enfeitando de um colorido...

Alva - por José Lopes da Nave

ALVA       Percorro flagelado,   ansioso pela realidade,   de ser, neste tempo   do te conhecer,   te acompanhar,   deixando para trás   o todo que me estreitara.       Esperar,   até que...

Memórias - por José Lopes da Nave

MEMÓRIAS       Quando o sol, entre as cortinas da janela,    me acordava pela manhã,   ainda dormentemente acordado,   recordo, ao longe, a gorjeada dos pássaros   o ladrar dos cães, em correria   o chilrear das rodas dos...

Tribulações - por José Lopes da Nave

TRIBULAÇÕES          Tribulações   dominam o planeta,   encaminhando       guerras e terror,   fome e angústia,   famílias destroçadas,   procurando asilo   em outros mundos,   numa...

Sob o luar - por José Lopes da Nave

SOB O LUAR               Sob o luar,   os teus dias chamam-me,   durante os meus sonhos,   quando tuas mãos me aquecem   eu permaneço   como uma ave morta caída na relva,   essas mãos me fazem...

Alvor - por José Lopes da Nave

ALVOR       O cantarolar dos pássaros acordou o dia   e, nos despertou.   A terra amanheceu   com os últimos raios de luar   em simbiose com o raiar do sol   que nos beijavam os rostos,   na rua, os primeiros testemunhos...

Canto - por José Lopes da Nave

CANTO       Enalteço o sol, ao amanhecer,   luz e calor, irradiando   o campo florido matizando   em miríades de cores   que a paleta do pintor desconhece.   As searas ondulam   na brisa matinal,   a seu...

Olhando o Planeta - José Lopes da Nave

OLHANDO O PLANETA       Olhando a Terra   observamos   que a paz e a concórdia,   entre os povos   estão em agonia.   Beligerâncias   alastram pelos continentes   e devastam   a alma da...

O Melro Voltou - por José Lopes da Nave

O MELRO VOLTOU       Ouvi-o cantar,   aquela ária de gargalhada   irónica, atrevida, desafiadora.   Há muito, fugido andava,   visitou-me:   negro, madrugador, luzidio, jovial, inquieto.   Belo,   de bico...

Poema para Ti - por José Lopes da Nave

POEMA PARA TI     Mulher, que o olhar irradia   como sol na madrugada,   no teu sorriso encantador   a alegria em ti floresce,                                    ...

Sonhos - por José Lopes da Nave

SONHOS       Guardo os meus sonhos   vivos,   compreendendo   e percebendo,   acreditando   em ti,   nas minhas possibilidades,   na determinação e dedicação,   sabendo que tudo é...

Brisa - por José Lopes da Nave

BRISA       Ao te olhar, comecei a sentir uma estranha brisa,   suave então,   a transformar-se em aura branda,   a fazer-me vogar no infinito,   deixando-me emoções e sentimentos,   a dirigir-me para o olho do...

Bailei o amor - por José Lopes da Nave

BAILEI O AMOR   Bailei o amor, ouvindo-o em meus braços.   Contigo, haverá mais noites a rodopiar o amor.   Adivinhava-te o sussurro ao meu ouvir, ao enlaçar-te, segurar teu corpo.   Serena, aproxima-te de mim, mantém o teu olhar junto ao meu, deixa a música conduzir-nos. na...

Aurora - por José Lopes da Nave

AURORA       Quando te vejo surgir no horizonte   meus olhos vêem o sol nascente a despontar   acalorando a alma que por ti clama   em anseios de ternura   desejosos de amar.   Qual sol, a alumiar o carreiro   teu olhar me...

Divagando - por José Lopes da Nave

DIVAGANDO (1)     A Fé é o conhecimento dentro da alma, anterior ao alcance da realidade e reforçada pela razão. Mas, quando a Fé permanece fiel, os dias não precisam saber o que é essa realidade.   Guardo os meus sonhos vivos, compreendendo e percebendo tudo, acreditando,...

Um fim de ano - por José Lopes da Nave

UM FIM DE ANO     No final de 1979, em Angra do Heroísmo, Açores, fomos fazer a passagem de ano, em casa de um colega e nosso amigo. Foi das melhores passagens de ano que lembro. A festa durou até de madrugada, já dia. Com muita comida, bebida e dança. E alegria. Levantámo-nos já...

O Natal da minha infância - por José Lopes da Nave

O NATAL DA MINHA INFÂNCIA       A azáfama começava, logo pela manhã.   O dia passava ligeiro   Na apanha do musgo   No desempacotar das figuras natalícias   Guardadas no sótão.   No canto, o habitual   Começava o...

Folhas de Outuno - José Lopes da Nave

  FOLHAS DE OUTONO     Os dias de Outono veem-se instalando  com a magia das cores,  a graça da festa da abundância,  como primaveris flores.   As árvores, as folhas perdem  sob as rajadas de vento  que emergem  que...

Chuva de outubro - José Lopes da Nave

CHUVA DE OUTUBRO    Chuva de Outubro  Chuva de hoje,  Quando o espírito se transfigura em melancolia  E … alegria Que o ânimo lava,  Que em minha alma entrou. À poesia apelou  E me aquietou.    Passados os dias...

Vi-te no Vento - por José Lopes da Nave

VI-TE NO VENTO       Da minha janela vi-te no jardim,   olhaste em mim,   os olhares mantiveram-se,   não se ausentaram, sustentaram-se.   Instantaneamente,   principiei a ver-te, frequentemente,   acompanhando-te em minha...

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