Lampejo - por Ana Maria dos Santos

Lampejo - por Ana Maria dos Santos

LAMPEJO

 

Qualquer coisa me dar asas

Escrevo aleatoriamente

Distraidamente concentrada.

Não tem hora de chegar em casa

O lampejo

Toca a companhia e sai correndo apressado.

Eu apenas um passageiro tentando pegar o bonde em movimento

Entro, sento, deito tudo que vem de graça

 Numa linha imaginaria.

A princípio uma confusão de palavras,

Monumentos sem rostos.

Empurrado por uma força sobrenatural

Vou moldando as inspirações

Garimpando ouro no barro.

Está não é uma planta que floresce em qualquer estação

Não é sobre a razão que ela fala

É sobre instintos e paixões

 
 

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