Luciano Gouveia

Luciano Gouveia

Por Shirley M. Cavalcante (SMC) 

Biografia: Nasci em Baependi-MG, uma cidade de pouco mais de 17 mil habitantes. Muito cedo saí de casa, em busca dos sonhos, em busca de algo, em busca. Encontrei um lugar, nenhuma cidade; um lugar dentro de mim, onde resido, onde Ele reside. É nesse lugar que eu moro, esteja onde eu estiver. Minha paixão pelos livros nasceu com um exemplar de “Sementes contemplação” de Thomas Merton, um monge americano dos anos 50. Formei-me fisioterapeuta, fui oficial do exército por 8 anos na Amazônia. Estudei francês no Canadá e não falei mais esta língua linda até quase esquecê-la. Casei, tive uma filha, um anjo que me fez entender um tipo de amor ininteligível, quase insano. Desde sempre escrevi, quis escrever. Primeiro a vontade, depois, a necessidade. Agora é uma expressão tão natural que penso, logo escrevo. Prefiro a escrita à fala. Prefiro a escrita porque ela brota da sabedoria do silêncio.

“Com relação a melhorias, devemos lutar é para que o nosso povo leia! É incrível a quantidade de pessoas que eu encontro e que me dizem ter lido um livro no último ano, alguns casos nenhum livro no ano e ainda pior, nenhum livro em toda a vida! Eu fico boquiaberto, por que há muito que estipulo a meta pessoal de pelo menos quinze livros por ano e sempre ultrapasso-a.”

Boa Leitura!

 

SMC - Escritor Luciano Gouvêa para nós é um prazer contar com a sua participação no projeto divulga escritor conte-nos o que o motivou a escrever? Em que momento decidiu ser escritor?

Luciano Gouvêa - O prazer é meu em participar deste projeto. Sempre gostei de escrever pequenos pensamentos e de rabiscar algumas poesias. Porém, após dez anos de muita leitura de livros e assuntos relacionados a espiritualidade, começou a nascer no meu coração o desejo de transmitir um pouco desse conhecimento. No ano passado fui assolado pela ideia do por que não? Queria escrever mas achava impossível por medo da falta de técnica ou pelo medo de não conseguir expressar as ideias adequadamente. mas resolvi tentar e avaliar o resultado depois. Após uma cirurgia no pé, tive que ficar de licença médica por trinta dias e, nesse ínterim, resolvi iniciar o meu primeiro romance. Em três semanas o corpo do  livro "saiu". Um trabalho incessante, de quase dez horas diárias até que tinha algo parecido com um livro. E durante alguns meses revisei e mandei-o para a editora Novo Século que aceitou publicá-lo.

 

SMC - Que temas você aborda na sua escrita? O que mais lhe inspira a escrever sobre esses temas?

Luciano Gouvêa - Nos poemas eu falo sobre o que me inspira; já escrevi sobre esporte, política, sobre a geografia da minha região, família, amor e espiritualidade. No romance eu abordo o tema da presença de Deus entre nós, envolta por uma história simples, porém, que procura levar o leitor a uma situação em que uma mensagem possa ser apresentada. As mensagens que procurei inserir na história são o fruto de muita leitura, pesquisa e, principalmente, de muita oração. Deus que me inspira sempre, na fé silenciosa e na oração contínua.

 

SMC - Qual o público que você pretende atingir com o seu trabalho? Que mensagem você quer transmitir para as pessoas?

Luciano Gouvêa - Eu não tenho pretensões específicas de público. Tenho o desejo de que pessoas com diferentes crenças e níveis educacionais possam ler o livro e encontrar um pouco de tudo o que Deus tem me inspirado a escrever. Digo isto pelo fato de que as mensagens divinas não exigem escolaridade ou qualquer outro requisito que não a abertura de coração. Escrevo de coração para coração e por isso, não me perco em perspectivas. Procuro apenas dizer de forma mais leve, o que leio em textos clássicos como Thomas Merton e São João da Cruz. No fim, quero que o leitor sinta que existe esperança e que a vida com Deus vale a pena.

 

SMC - Conte-nos como foi escrever “Shekinah - O Sopro da Crença”? Qual o objetivo do livro?

Luciano Gouvêa - Como disse anteriormente, o livro "saiu" dessa vontade reprimida de escrever. Fazê-lo, foi uma libertação, uma descoberta de uma vocação latente; uma necessidade que só esperava pelo momento certo para aflorar. Meu único objetivo com esse livro é compartilhar o que me foi dado. O que acontecerá com essa obra está nas mãos daquele que me inspirou a escrevê-la.

 

SMC -  Escritor Luciano, de que forma você, hoje, divulga o seu trabalho?

Luciano Gouvêa - Eu divulgo meu trabalho através das redes sociais, principalmente Facebook (https://www.facebook.com/ShekinahOSoproDaCrenca) e agora com o Twitter (https://twitter.com/livroShekinah). Contribuo frequentemente para o blog penseforadacaixa (http://penseforadacaixa.com/category/luciano-gouvea/) que foi a forma que encontrei de ter que criar alguma coisa constantemente. O romance contou com um lançamento na minha cidade natal, faremos uma mesa de autógrafos em outra cidade no dia 14 de Setembro de 2013, conta com a divulgação da editora Novo Século pelas redes sociais e eventos como as feiras de livros, além das propagandas dos sites nos quais o livro pode ser adquirido.

 

SMC - Onde podemos comprar o seu livro?

Luciano Gouvêa - O livro pode ser adquirido pelo site da editora Novo Século, pelos sites da editora  Saraiva, Cultura, pelo site das lojas virtuais Americanas, Submarino e pelo Extra.com. Não sei se esqueci algum mas acredito que são os principais. Também podem ser adquiridos comigo no evento do dia 14 e, posteriormente, se ainda sobrar algum exemplar comigo, pelo email lugofj@gmail.com

 

SMC - Quais os seus próximos projetos literários? Pensas em publicar um novo livro?

 Luciano Gouvêa - Meu próximo projeto está bastante adiantado. Estou escrevendo uma resposta ao primeiro livro, com um dos personagens que será agora o relator da sua própria história. Esse livro é todo ambientado na África e fala também sobre os Tuaregues, o povo nômade do deserto da Saara. Não tenho tanta pressa para finalizá-lo, por que este livro contém muita informação de cultura, geografia e história e as fontes sobre alguns dos episódios abordados são escassas. Estou escrevendo e pesquisando desde Maio deste ano e acredito ter concluído metade do livro até agora. Penso em nunca mais para de escrever; pelo menos, até quando Deus achar que eu deva.

 

SMC - Quem é o escritor Luciano Gouvêa? Quais são seus principais hobbies?

Luciano Gouvêa - Qualquer definição do ser, quando carrega um título, cargo, posição ou qualquer outra forma de nos diferenciar é um simples nome. Todos somos igualmente importantes e valiosos para Deus e por isso, apesar de parecer piegas, penso que devemos nos ver nessa condição humana que nos eleva acima de qualquer nome. Gosto muito de ler, de assistir esportes, de natureza e principalmente, de curtir a minha família e a minha filha Júlia fazendo alguma coisa ou nada com ela.

 

SMC - Quais as melhorias que você citaria para o mercado literário no Brasil?

Luciano Gouvêa - Vejo o mercado literário se movimentando, criando espaços nas redes sociais e criando alternativas interessantes como selos para novos autores por exemplo. Como a possibilidade de divulgação, hoje em dia, é muito maior e mais ampla, acho que o autor deve ser mais pró ativo. Jogar o fracasso na conta do mercado é um pouco exagerado. Penso que se o autor acredita na sua obra, deve lutar por ela independente da configuração do mercado ou da atitude, sempre excessivamente prudente, que tomam as editoras. Com relação a melhorias, devemos lutar é para que o nosso povo leia! É incrível a quantidade de pessoas que eu encontro e que me dizem ter lido um livro no último ano, alguns casos nenhum livro no ano e ainda pior, nenhum livro em toda a vida! Eu fico boquiaberto, por que há muito que estipulo a meta pessoal de pelo menos quinze livros por ano e sempre ultrapasso-a.

 

SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos a sua participação no projeto “Divulga Escritor”, muito bom conhecer melhor o escritor Luciano Gouvêa, que mensagem você deixaria para os seus leitores?

Luciano Gouvêa - A mensagem que quero deixar é a seguinte: deixem-se levar pela eterna novidade de Deus. Tudo o que Deus nos pede é que digamos sim; o resto Ele faz. É Ele que nos dá a graça de amá-lo e de compreender o que pode ser compreendido. A felicidade real só existe na paz que nos eleva acima do vai-e-vem da vida. É essa paz que eu peço a Ele diariamente e que, felizmente, Ele quer dá-la a todos nós.

 

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