Mão invisivel que toca - por Patrícia Dantas

Mão invisivel que toca - por Patrícia Dantas

Imagem: disponível no Filme Coco antes de chanel

Mão invisível que toca

 

Dizem que a vida é um mistério. O maior mistério. Quando entramos em ebulição dentro da gente, sentindo o corpo interior explodir, é o que também não sabemos desvendar. Talvez tenhamos nossa maneira muito particular de saber por antecipação muito além do que poderá ser revelado.

É o mundo que temos nas mãos e a interpretação que damos a ele que mostra nossa infinita capacidade de criação dentro da própria vida que se vive e que, na maioria das vezes, é reinventada por meio de engrenagens que não necessitam de entendimento, basta entrar no jogo do movimento, como esculturas exibida em mostras famosas de arte.

Alguém poderia dizer como é estar solto no mundo e sem compromissos? Falar coisas sem muito sentido, andar por caminhos estreitos e ainda assim sentir-se abalado por uma espécie camuflada de si, como uma mão invisível e desconhecida no ombro acompanhando cada passo?

Temos instrumentos suficientes para nos amparar como pessoas, para não sair do passo, para existir de fato, ainda que seja somente para uma percepção mais aguçada – a de sobreviver! É nossa forma de mostrar que temos pulso para entrarmos em todos os palcos e encenar mais que a vida, e ao fim, soltar aquela respiração com ar superior de missão cumprida.

Entendemos a cada dia a facilidade de ser e a dificuldade de estar. Sabemos e temos a consciência que o corpo é mais que um emaranhado de peças humanas complexas, mas sobretudo orgânicas, vitais e harmoniosas, que se encaixam perfeitamente para fluir numa milagrosa existência – a que abre as portas todos os dias como um portal mágico.

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Página de nossa colunista Patrícia Dantas

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