No alto da serra - por José Lopes da Nave

No alto da serra - por José Lopes da Nave
NO ALTO DA SERRA
 
 
 
Subi ao cume da serra, circundei o olhar
 
A neblina envolvia a serrania
 
Como querer abraçá-la e acaricia-la
 
Num dolente jeito de amar.
 
O sol, ciumento, despontou
 
Como num sopro, as nuvens dispersou.
 
 
 
As tonalidades avistavam-se no horizonte
 
Cada qual em seu monte,
 
Configurando um espetro de arco íris.
 
 
 
O fumo das queimadas dos pastores
 
Evaporava-se de fugida
 
Por entre os balidos do gado,
 
Apascentado dolentemente
 
Nos vergéis do rio que serpenteava, docemente.
 
 
 
Paradisíaca paisagem,
 
Deslumbrante!
 
 
 
A fazer-me fixar os olhares e, no tempo, os reter.
 
 
 

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