O ser humano como ciência - por Fabiana Barbosa

O ser humano como ciência - por Fabiana Barbosa

O SER HUMANO COMO CIÊNCIA

 

            À medida que o tempo passa torna-se cada vez mais difícil definir em termos reais e o que vem a ser normalidade. O que é normal para uma sociedade conturbada em pleno século XXI, onde pessoas convivem ainda com homens da idade da pedra e ao mesmo tempo com robôs?

           

A velocidade das transformações sociais se perde ao senso dos processos evolutivos desde a concepção dos ser humano até a sua morte.

           

Vivemos na época da emulação, criação de novos sistemas e parâmetros cada vez mais complexos com o desenvolvimento da ciência emergente.

           

A verdade é que a emergência possui algumas facetas específicas.  Hoje temos mais razões para estudar o crescimento, comportamento e desenvolvimento humano.

 

Desde o surgimento da psicologia científica, há cerca de um século, os seres humanos estenderam fundo conhecimento a respeito de si mesmos e adquiriram o refinamento de vários métodos e técnicas para a promoção do conhecimento explanatório.

 

            A compreensão inteligente do desenvolvimento humano precisa se basear no esclarecimento da natureza da ciência emergente do crescimento, da percepção dos métodos de investigação, transições e amplitude da vida do homem.

 

             A ciência do desenvolvimento humano é um estudo que se baseia na natureza do crescimento físico, mental, moral, intelectual, emocional e espiritual do ser humano.

 

            Com a restrição geral de atividades e consequentemente limitações de estimulação intelectual, emocional e social, torna-se cada vez mais essencial que uma pessoa mantenha vasta variedade de interesses saudáveis.

 

Diante de tantas transformações, o mundo moderno com sua tecnologia, cultura, conhecimentos e avanços que facilitam e promovem uma vida melhor aos seres humanos, o indivíduo ainda se depara com tantas dificuldades como as guerras por interesses políticos e religiosos, conflitos sociais, preconceitos, fome, violência e tantos outros fatores que atrasam a humanidade a evoluírem em todos os sentidos.

 

            O ajustamento desses infortúnios depende das atitudes e hábitos de cada indivíduo, pois sem a estimulação intelectual proporcionada pela comunicação extensa e variada com o mundo externo a pessoa ficará forçada a confiar no que aprendeu anteriormente. É fundamental rever os paradigmas e ser flexível às novas mudanças.

 

            A maior parte dos conflitos da humanidade são conseqüências pela falta de estimulação social e suas limitações. Quantos seres humanos estão excluídos e sobrevivendo em situações lamentáveis, o que chamaremos de idade da pedra. Homens que vivem como animais selvagens em busca do alimento e de uma oportunidade pela inclusão social.

 

            De acordo com a filosofia da vida e de seus valores, tem-se a uma preocupação com a religião. Ao buscar um sistema permanente de valores, crenças e conceitos formados e a resolução dos problemas, temores e vicissitudes da vida, é natural que o individuo examine seus comprometimentos ideológicos, sociais, emocionais e religiosos.

 

            Os seres humanos vivem em um ambiente social, dependem das estimulações cognitivas. É o único ser que não consegue sobreviver isoladamente, a integração social é fundamental para o seu desenvolvimento. O reconhecimento, amor, pertinência, status e valorização dependem da interação com os outros para que possa ser satisfeita.  Quando isso não é possível, gera frustração e leva o individuo a infelicidade acompanhada do uso de mecanismos de defesa, como por exemplo, a violência e a depressão.

 

            Os embaraços de nossa atual sociedade, civilização e tecnologia e suas oportunidades, mas também os seus perigos, intensificam os desafios ao crescimento pessoal e aos resultados de assumir a manutenção das responsabilidades sociais. O homem se vê inserido em oferecer um resumo geral do seu desenvolvimento moral, intelectual, mental, espiritual e social.  

 

            Quando uma pessoa examina a sua própria vida, torna-se evidente que já não é a mesma que há dois ou vinte anos atrás. Ainda é o mesmo ser humano, mas algumas de suas condutas foram modificadas e são bastante diferentes. As necessidades e os impulsos instintivos, os desejos e aspirações do individuo são submetidos freqüentemente não apenas a modificações como também diversas revisões sobre sua vida e tudo em sua volta.

 

            Com tantas mudanças, problemas, decisões e desafios é crucial importância que cada ser estude seu “universo interior e exterior” a fim de melhor conhecer-se e entender-se. Agora chegou a época de penetrar no “autoconhecimento” e buscar soluções ao invés de focar nos problemas, isso é investir nos recursos mentais e espirituais para atingir plenitude e ampliação da consciência individual e coletiva.

 

            O ser humano só pode conseguir ampliação de sua consciência a partir do momento em que se conhece por inteiro e não pela metade.

 

            O sucesso na vida pessoal, profissional e espiritual de cada ser parte do principio de sua conexão interior como sistema universal.

 

            Texto elaborado por Fabiana Barbosa – Psicanalista, Psicoterapeuta Junguiana, Psicoterapeuta Holística, Parapsicóga, Hipnóloga, Master Practitiner em PNL Programação Neolinguística, Escritora, Palestrante e Consultora de treinamentos empresariais.

 

 

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BIBLIOGRAFIA

 

PIKUNAS, Justin. Desenvolvimento Humano. Rio de Janeiro-RJ: Ed. McGraw-Hill do Brasil, 1979.
           

Resumo do livro:  abordagem básica ao estudo do desenvolvimento humano. A natureza da ciência do crescimento humano.  Métodos de pesquisa, fatores que determinam crescimento e comportamento dos aspectos, tendências do desenvolvimento e crescimento desde o pré-natal, o ser humano experimenta ao nascer a fase intermediária da primeira infância, transição, fundamentos da personalidade. A segunda infância, com começo, fase intermediária, término, puberdade e Adolescência. O desenvolvimento das fases da Pré, Puberal, e Pós Puberal dar-se à na faixa etária de 12, 14 a 16 anos. Por último a dinâmica do comportamento, reorganização da personalidade, vida adulta e Últimas fases da vida, mudanças biológicas e cognitivas do ser humano.

 

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