Quando te olhei - por José Lopes da Nave

Quando te olhei - por José Lopes da Nave
QUANDO TE OLHEI
 
 
Quando te olhei, senti a sensibilidade do amor.
 
 
Todavia,
 
 
Será que o amor é como um rio
 
que afoga e sufoca,
 
corta como uma faca,
 
a deixar a alma a sangrar,
 
que é uma fome, uma necessidade,
 
uma dor sem fim?
 
 
Não.
 
 
O amor é uma flor,
 
uma semente num coração assustado,
 
a ensinar a dançar o sonho
 
com receio de despertar na noite,
 
adormecendo solitário,
 
e a alma com receio de falecer.
 
 
Amor é aprender a viver um carreiro duradouro.
 
 
E, serão as palavras suficientes
 
ao serem pronunciadas?
 
 
Mas quando eu disser, simplesmente, amo-te,
 
saberás que é verdade.
 
 
Diz quando me confirmarás,
 
me recordarás constantemente,
 
nos beijaremos
 
e alcançaremos uma ternura e amor deleitosos,
 
pois cada manhã,
 
sonho com um novo tempo de vida.
 
 
Deixa mostrar-te uma aurora de alegrias incomparáveis.
 
 
Sê a minha promessa.
 
 
José Lopes da Nave
 

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