Ser fã - por Kátia R. F. Costa

Ser fã - por Kátia R. F. Costa

Ser fã

 

Quando se é fã de alguma coisa, logo se começa a escutar todo tipo de comentário, uns a favor e outros nem tanto.

O mundo está cheio de fãs e, querendo ou não, todo mundo acaba sendo fã de alguma coisa ou de alguém. Pode ser alguém da família, um anônimo que faz algo que inspira na gente algo de bom, pode ser gente famosa e pode ser gente que nem existe de verdade, como um personagem que nos cativa com seu carisma. Pode ser também um filme, uma música, uma série. Não importa. Fã é um ser apaixonado que logo encontra outros fãs para curtir a paixão juntos.

 

Mas... o que é exatamente ser fã? Há quem chame os fãs de fanáticos, mas isso não é verdade. Há sim, os fanáticos, mas eles são minoria. A maior parte dos fãs é de gente comum que tem uma admiração saudável e verdadeira. Fã é aquele que admira, que curte. Fanático é quem tem uma paixão cega e excessiva, algo que destrói ao invés de construir...

 

Eu sou fã de várias coisas: livros, séries de TV, filmes, personagens, música, cantores, escritores... Sou fã assumida! E me divirto muito com isso! Ser fã é, para mim, uma forma de lazer.

 

E, na condição de fã, conheço muitos outros fãs. Fã de tudo o que é coisa! E vou dizer aqui o que eu vejo acontecendo com essas pessoas maravilhosas:

 

Vejo amizades se formando, vejo interesses profissionais surgindo e muita gente sorrindo.

 

O legal de ser fã, é que a gente admira algo de bom e procura fazer com que aquilo, de alguma forma, se torne um exemplo para gente seguir.

Não importa se é uma pessoa simples e desconhecida do resto do mundo, uma celebridade ou uma personagem. Não importa se é um filme, um livro, uma série. O que importa é que algo de bom toca nossa alma e faz com nos sintamos mais felizes e dispostos para enfrentar a vida de cabeça erguida.

 

Conversando com fãs, percebi que todos temos uma coisa em comum: somos fãs de personagens com os quais nos identificamos. Há quem diga que não mas, quando nos voltamos para nós mesmos e damos uma boa espiada no que acontece lá dentro buscando uma explicação para gostarmos tanto de uma personagem... não há como escapar! Nos identificamos. Essa é a grande razão.

Não estou embasando isso em nenhum estudo de psicologia ou pesquisa científica. Apenas na minha singela experiência como fã e com outros fãs.

 

E para fazer o teste, é só a gente observar os personagens que mexem com a gente. Normalmente é sempre o mesmo tipo que nos atrai. Claro! É a bendita identificação falando mais alto.

 

Ah... mas eu sou super fã daquele vilão e não sou uma má pessoa. Nunca faria o que ele faz!

Ok, eu acredito. Às vezes é mesmo muito legal curtir as maldades de um personagem, só para dar uma aliviada no stress da vida real. Claro! Normal!

 

Comigo acontece assim: pode ser livro, filme, série... eu sempre me identifico com o mesmo tipo de personagem. E tem de ser personagem feminina, afinal, sou menina!  :-) E, se não tiver personagem com a qual eu me identifique, normalmente eu não gosto. Simples assim.

 

Mas a grande vantagem que eu vejo em ser fã, está nas amizades que podem e costumar surgir.

Quando a gente gosta de algo, vai atrás de mais e acaba achando gente como a gente, com gostos em comum, ideias parecidas e aí pronto! Nasce mais um amigo!

 

E foi exatamente assim que surgiu a maior parte de meus amigos. 

Amigos de verdade! Amigos do peito! Daqueles que a gente guarda com o maior carinho naquele cantinho especial do coração.

 

Portanto, minha gente, sejamos fãs!

Faz bem para a alma, para os amigos, para o trabalho, para a vida!

Ser fã, é tudo de bom!

 

 

 

 

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