Sob o luar - por José Lopes da Nave

Sob o luar - por José Lopes da Nave

SOB O LUAR   

 
      
 
Sob o luar,
 
os teus dias chamam-me,
 
durante os meus sonhos,
 
quando tuas mãos me aquecem
 
eu permaneço
 
como uma ave morta caída na relva,
 
essas mãos me fazem esquecer
 
as canções da solidão que me envolvem
 
e, sinto no deserto da noite.
 
Nos meus sonhos lindos,
 
contemplo a estrela que és,
 
cuja luz recai no meu amor,   
 
e, estando juntos,
 
enquanto durmo e regresso para ti,
 
sendo cada noite, uma carta de amor
 
e, vendo-te, sinto o sabor dos teus beijos.
 
 
 
 
 

José Lopes da NaveSOB O LUAR   

 
      
 
Sob o luar,
 
os teus dias chamam-me,
 
durante os meus sonhos,
 
quando tuas mãos me aquecem
 
eu permaneço
 
como uma ave morta caída na relva,
 
essas mãos me fazem esquecer
 
as canções da solidão que me envolvem
 
e, sinto no deserto da noite.
 
Nos meus sonhos lindos,
 
contemplo a estrela que és,
 
cuja luz recai no meu amor,   
 
e, estando juntos,
 
enquanto durmo e regresso para ti,
 
sendo cada noite, uma carta de amor
 
e, vendo-te, sinto o sabor dos teus beijos.
 
 
 
José Lopes da Nave

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