Texto poético de nosso colunista João Paulo Bernardino

Texto poético de nosso colunista João Paulo Bernardino

Depois de tantos anos e demasiados acontecimentos
a memória ainda se me corresponde inteiramente
e recordo o sorriso da mulher que mais amei em toda a vida
com um daqueles amores que julguei definitivo e exclusivo.
Agora sei o quanto fui doido em tê-la trocado pela minha poesia...
talvez à procura da fama e do proveito que achei ter direito
sem saber examinar minuciosamente o amor que ela me tinha
e muito menos agradecer-lhe a paixão que arrastava fora de si
talvez por nunca acreditar que para ser grande na arte da escrita
jamais deveria destruir a prioridade de um amor como o nosso
para assim conseguir transmitir condignamente nos meus versos
o quão o amor é o mais belo eco do ser humano.
 

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