Tolerância Zero na violência - por Guilherme Cardoso

Tolerância Zero na violência - por Guilherme Cardoso

É fácil acabar com a violência. Quer saber?

É fácil reduzir a carga tributária e acabar com a sonegação. Quer saber?

 

Tolerância Zero na violência.

 

Por que ninguém discute de verdade o problema da Segurança Pública?

Se em pesquisas realizadas os entrevistados colocaram  o medo da violência como maior preocupação do povo, de todas as classes sociais,, superando até  assuntos como Educação, Saúde e Habitação, não se entende porque as autoridades não priorizam de verdade medidas para reduzir os altos índices de assaltos, roubos e mortes na maioria das cidades brasileiras.

A violência, incontrolável como está, vem aterrorizando adultos, jovens e crianças, grandes e pequenos empresários, donos de ônibus coletivos, postos de combustíveis, taxistas, escolas, comerciantes de porta de rua, restaurantes, padarias, Bancos, casas lotéricas, e recentemente, shoppings de alto luxo, antes ilhas de segurança,  agora em pânico com os ameaçadores rolezinhos.

Se providências urgentes e enérgicas não forem tomadas, há o risco claro de muitas empresas começarem a reduzir suas atividades, diminuindo os horários de funcionamento, muitas fechando à noite, como já vem fazendo postos de combustíveis, padarias e farmácias de bairros. Em São Paulo, várias linhas de ônibus já não transitam por determinados bairros e algumas já não querem rodar à noite e pela madrugada. Não demora também os restaurantes, cujo principal negócio é funcionar à noite, resolverem encurtar seus horários.

Isto pode se espalhar pelo país e provocar o caos econômico e social.

Como a violência e a Segurança Pública são no momento o que mais incomoda o povo, deveriam as entidades de classes como OAB, Fiemg, ACMinas, Arquidiocese Metropolitana e igrejas protestantes se reunirem e constituir um Conselho Deliberativo e convocar as polícias civil e militar e o secretário de segurança pública para adotarem imediatamente medidas legais e até de exceção para dar um basta à essa onda constante, de muitos anos, de assaltos, roubos, explosões de caixas eletrônicos, sequestros e assassinatos que vem acontecendo em Belo Horizonte e em todas as cidades do estado.

É preciso copiar urgente o modelo de Tolerância Zero implantado pela prefeitura de Nova York na década de 90 e que reduziu quase a zero a violência que estava fora de controle naquela cidade. E olha que o autor desta façanha, o ex-prefeito Rudolph Giuliani esteve recentemente em BH falando sobre o assunto.

Não dá para esperar mais!

Nós estamos vivendo um momento de calamidade pública no país com a violência e precisamos acordar para isso e nos mobilizar. Que os prefeitos e governadores façam como quando há grandes catástrofes, como enchentes, desabamentos, alagamentos nas cidades. Decretem situação de emergência e exijam verbas federais para serem aplicadas imediatamente, sem demoradas licitações. Com  um projeto nas mãos, convocar construtoras e construir nas cidades, em cada bairro, pequenos presídios, que abrigue no máximo 50 detentos cada, e comece a prender os bandidos de toda espécie, desde os pichadores, os depredadores e os traficantes, assaltantes e criminosos.

Para que ninguém diga que não há vagas para todos os presos.

Em seguida, fechar um acordo de bom senso entre polícia que prende e a Justiça, que mantém preso ou libera o infrator, para que durante um determinado período, um ano ou dois, todos os indivíduos que forem presos cometendo crimes como  tráfico, assaltos, roubos e latrocínio, o assalto seguido de morte, e que nessas detenções tenha havido flagrante, confissão ou imagens e provas claras e contundentes, sejam mantidos na cadeia, sem liminares e habeas corpus até o julgamento de seus atos.

Não tenham dúvidas. Só assim, com medidas duras e de exceção e passando até por cima de leis e alguns “direitos humanos”,  que costumam ser reivindicados  por quem se sente atingido e prejudicado, é que vamos ganhar a batalha contra os bandidos que  implantam a violência e o medo na população brasileira.

Não há outro remédio mais eficaz  no momento. Falar em mais Educação, mais inclusão social, mais moradia e mais Saúde para acabar com a bandidagem é pura politicagem. Tudo isso é necessário, mas como medidas com resultados de longo prazo. E o que precisamos agora é salvar o povo brasileiro desta escalada de violência, que impede o trabalho, o progresso, o lazer das pessoas e o desenvolvimento democrático e civilizado do Brasil.

 

 

 

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