As Flores da Solidariedade - por Rogério Araújo - Rofa

As Flores da Solidariedade - por Rogério Araújo - Rofa

As Flores da Solidariedade

 

    Rogério Araújo (Rofa)

 

            Início da Primavera em um bonito jardim chamado SOLIDARIEDADE. Nele havia diversos tipos de flores, cada uma com cor, beleza e função incomparável que, pelo conjunto, formava o mais belo do mundo.

            Um dia, a flor vermelha, uma das mais lindas que ali se encontrava, resolveu semear na terra outras de sua espécie e embelezar ainda mais aquele jardim. Era o AMOR. Ela se espalhou por todo lado, sem se preocupar em deixar de ser a mais bonita das flores daquele local, tudo em prol da SOLIDARIEDADE. O jardim ficou com mais amor do que já existia.

            Pouco tempo depois, a flor branca, também exuberante, resolveu seguir o exemplo da vermelha e também semeou. Era a PAZ. Ela brotou com tanto afinco que a SOLIDARIEDADE tornou-se ainda mais bela. Um jardim de paz e amor.

            Logo, a flor verde, multiplicou semelhantes, que eram poucos, com exemplares maravilhosos. Era a ESPERANÇA. Vingou e cresceu no coração de todas as raças de flores da SOLIDARIEDADE. Jardim de esperança, paz e amor.

            Depois chegou a vez da flor amarela, exalar seu perfume e com ajuda do vento, semear sua prole pelo campo já florido. Era a ALEGRIA. Animou a todos, incentivando a SOLIDARIEDADE. Jardim de alegria, esperança, paz e amor.

            A flor azul não estava conseguindo se reproduzir. Estava difícil, não encontrava forças, mas com ajuda das colegas, conseguiu. Era a BONDADE. Transformou SOLIDARIEDADE em algo mais completo. Jardim de bondade, alegria, esperança, paz e amor.

            Tudo permanecia bem até a chegada do inverno. Até então, SOLIDARIEDADE estava firme com suas flores viçosas. Com as chuvas torrenciais e fortes ventos: a bondade, a alegria, a esperança e a paz foram quase destruídas, restando apenas o amor que resistia àquela mudança climática. Notando a dificuldade pela qual passava as outras flores, o amor pediu que todas se protegessem sob a sua folhagem.

            Assim, a SOLIDARIEDADE foi salva pela atitude solitária do amor que pelo seu desprendimento salvou a todas. Para uma ação como esta foi preciso que o amor “abraçasse” suas companheiras do jardim para que ele continuasse existindo.            

            A SOLIDARIEDADE não viveria se não existissem as bonitas flores da bondade, alegria, esperança e a paz. E não sobreviveria sem o AMOR, que está acima de qualquer diferença entre raças e cor. Uma ação de amor remove qualquer obstáculo e consegue mudar a realidade da humanidade em relação ao seu próximo.     

 

 

 

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