Ternura - por Maria Estela Ximenes

Ternura - por Maria Estela Ximenes

TERNURA

 

Vem ternura.

Se  une aos  corações adultos

Como  meiguice  genuína de  criança,

Vem como um    toque de pluma

Um leve vento na face

Iniciando belas  sensações

Vem ternura,

Instala-se   no ser adulto

Torturado pelas mágoas

Escravo dos  estereótipos

De um mundo superficial,

Vem ternura.

Tal qual  o  caminho dos pássaros,

Que depositam os  seus ninhos

E  voltam para zelar por eles,

Vem ternura,

Esquece o passado

Perdoa, acalma

E saiba  que o afeto é   mais leve do que as oscilações  cotidianas

E  gestos de ternura são mais cálidos

Do que as tribulações da alma,

Vem ternura.

 

 

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