Educação intercultural: compreensão dos mecanismos políticos, sociais, culturais e educacionais

Educação intercultural: compreensão dos mecanismos políticos, sociais, culturais e educacionais
Educação intercultural : compreensão dos mecanismos políticos, sociais, culturais e educacionais
 
A discriminação tem sido promovida e reforçada na educação escolar de diversas formas. As condições que muitos governos vêm dando à escola pública são alguns fatores que fazem com que o próprio educador acabe, sem perceber, reproduzindo e reforçando a discriminação e o preconceito, os quais acabem por gerar a Violência, Lopes (2002, p.10). Felizmente, são significativos os esforços realizados nas últimas duas décadas, em várias partes do mundo, visando construir um repertório de conhecimentos específicos ao ensino.
A partir do momento em que tais valores implicam a eliminação do outro, real ou simbólico, não podem ser aceitos. O professor poderia trabalhar essas questões de forma a conseguir um consenso a-posteriori, isto é: por intermédio do diálogo, das discussões, levarem à compreensão de um vocabulário ético que possa impregnar a apreciação de valores de povos e grupos identitárias plurais, sem que se incentive a aceitação de práticas cruéis, voltadas à eliminação da vida. Significa, também, que as estratégias multiculturais devem ser voltadas para a pluralidade cultural dentro da própria sala de aula, valorizando as culturas e significados plurais pelos quais se constroem as percepções dos alunos, bem como trabalhando de forma a desafiar posturas racistas, anti-discriminatórias e homogeneizadora das diferenças que circulem nos discursos presentes entre discentes e docentes.
Ora, levar á prática uma educação intercultural, implicará que o docente possua uma clara compreensão dos mecanismos políticos, sociais, culturais e educacionais que promovem, em maior ou menor escala em todo o planeta, toda a sorte de preconceitos e discriminações com base nas diferenças culturais. Esse professor deveria ser capaz de ajudar a promover reflexões que conduzissem a ações viradas para um diálogo frutuoso com o outro, o diferente. Um ponto importante a ser desenvolvido, é o da necessidade do professor questionar, conhecer e definir sua identidade social, como assim se afirmar como parte integrante de um grupo social.
Tanto em suas bases teóricas quanto em suas consequências práticas, os conhecimentos dos professores, como os de quaisquer outros profissionais necessitam, por conseguinte, de uma formação contínua e continuada. Desse ponto de vista, a formação profissional ocupa, em princípio, uma boa parte da carreira e os conhecimentos profissionais partilham com os conhecimentos científicos e técnicos a propriedade de serem revisáveis, criticáveis e passíveis de aperfeiçoamento.

Educação intercultural : compreensão dos mecanismos políticos, sociais, culturais e educacionais

 

A discriminação tem sido promovida e reforçada na educação escolar de diversas formas. As condições que muitos governos vêm dando à escola pública são alguns fatores que fazem com que o próprio educador acabe, sem perceber, reproduzindo e reforçando a discriminação e o preconceito, os quais acabem por gerar a Violência, Lopes (2002, p.10). Felizmente, são significativos os esforços realizados nas últimas duas décadas, em várias partes do mundo, visando construir um repertório de conhecimentos específicos ao ensino.

A partir do momento em que tais valores implicam a eliminação do outro, real ou simbólico, não podem ser aceitos. O professor poderia trabalhar essas questões de forma a conseguir um consenso a-posteriori, isto é: por intermédio do diálogo, das discussões, levarem à compreensão de um vocabulário ético que possa impregnar a apreciação de valores de povos e grupos identitárias plurais, sem que se incentive a aceitação de práticas cruéis, voltadas à eliminação da vida. Significa, também, que as estratégias multiculturais devem ser voltadas para a pluralidade cultural dentro da própria sala de aula, valorizando as culturas e significados plurais pelos quais se constroem as percepções dos alunos, bem como trabalhando de forma a desafiar posturas racistas, anti-discriminatórias e homogeneizadora das diferenças que circulem nos discursos presentes entre discentes e docentes.

Ora, levar á prática uma educação intercultural, implicará que o docente possua uma clara compreensão dos mecanismos políticos, sociais, culturais e educacionais que promovem, em maior ou menor escala em todo o planeta, toda a sorte de preconceitos e discriminações com base nas diferenças culturais. Esse professor deveria ser capaz de ajudar a promover reflexões que conduzissem a ações viradas para um diálogo frutuoso com o outro, o diferente. Um ponto importante a ser desenvolvido, é o da necessidade do professor questionar, conhecer e definir sua identidade social, como assim se afirmar como parte integrante de um grupo social.

Tanto em suas bases teóricas quanto em suas consequências práticas, os conhecimentos dos professores, como os de quaisquer outros profissionais necessitam, por conseguinte, de uma formação contínua e continuada. Desse ponto de vista, a formação profissional ocupa, em princípio, uma boa parte da carreira e os conhecimentos profissionais partilham com os conhecimentos científicos e técnicos a propriedade de serem revisáveis, criticáveis e passíveis de aperfeiçoamento.

 
 

 

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