I D A - por Anchieta Antunes

I D A - por Anchieta Antunes

I D A

 

Sou vida tripudiando

na beira do abismo;

sou corsa riscando a mata virgem,

com minha carreira ligeira,

cascata banhando penhascos,

agulha cerzindo o tecido existencial

na borda da crença, na trança criança.

 

Sou obra Divina

habitando os campos de trigo.

Sou o pão que alimenta,

o amor que acalenta,

a esperança de chuva,

alegria de fartura,

felicidade luzidia,

que transforma semblantes

revive memórias,

e acende o dia.

 

Sou verdade espiritual

caminhante frugal,

sou diluvio de conceitos,

apanágio do direito,

sentença e justiça,

palavra e julgamento, 

verdade e fronteira.

 

Sou o bicho que corre

buscando liberdade

de ouvir e calar,

de sentir e pensar;

mordo a fagulha que brilha,

flutua e escorrega

nas veias, artérias,

tribula e carrega

a seiva de vida.

 

Sou criatura.

 

Anchieta Antunes

Gravatá – 16/11/2015

 

 

 

 
I D A
 
Sou vida tripudiando
na beira do abismo;
sou corsa riscando a mata virgem,
com minha carreira ligeira,
cascata banhando penhascos,
agulha cerzindo o tecido existencial
na borda da crença, na trança criança.
 
Sou obra Divina
habitando os campos de trigo.
Sou o pão que alimenta,
o amor que acalenta,
a esperança de chuva,
alegria de fartura,
felicidade luzidia,
que transforma semblantes
revive memórias,
e acende o dia.
 
Sou verdade espiritual
caminhante frugal,
sou diluvio de conceitos,
apanágio do direito,
sentença e justiça,
palavra e julgamento, 
verdade e fronteira.
 
Sou o bicho que corre
buscando liberdade
de ouvir e calar,
de sentir e pensar;
mordo a fagulha que brilha,
flutua e escorrega
nas veias, artérias,
tribula e carrega
a seiva de vida.
 
Sou criatura.
 
Anchieta Antunes
Gravatá – 16/11/2015

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