O Abraço - por Anchieta Antunes

O Abraço - por Anchieta Antunes
O ABRAÇO
 
Abraço,
o astrolábio da indulgência,
o rio caudaloso que
corre célere para
rasgar a cortina de ferro
da intolerância;
Abraço,
a última fronteira 
da rejeição,
vencida por dois braços,
duas ações, 
duas vontades, 
dois reconhecimentos, 
e um passo rápido
para abrir os portões
mansos do amor, 
da entrega emocional
quando se perfilha
o ardor da entrega.
 
Abraço,
reconhecimento 
irrestrito entre duas pessoas
que se entregam à
emoção mais pura, 
autêntica e sutil;
o gesto de empatia
que rompe 
as barreiras
da timidez.
 
Um gesto,
uma colisão
de emoções
sôfrega de atitudes,
quando o homem universal
agacha-se para premiar
de humildade
a criança que suplica aconchego,
compreensão, carinho,
amor e tolerância.
 
Num mundo
espetado por armas assassinas,
um gesto meigo
faz deslizar lágrimas
de sofreguidão,
de carência,
de reconhecimento
e amor.
 
O abraço eterniza
a solidariedade entre os povos
carentes de paz,
de humanidade,
de compaixão
e faz resvalar 
para longe
o desespero da solidão,
da singularidade em momentos
de angústia.
 
Anchieta Antunes - abril/ 2019.

O ABRAÇO

 

Abraço,

o astrolábio da indulgência,

o rio caudaloso que

corre célere para

rasgar a cortina de ferro

da intolerância;

Abraço,

a última fronteira 

da rejeição,

vencida por dois braços,

duas ações, 

duas vontades, 

dois reconhecimentos, 

e um passo rápido

para abrir os portões

mansos do amor, 

da entrega emocional

quando se perfilha

o ardor da entrega.

 

Abraço,

reconhecimento 

irrestrito entre duas pessoas

que se entregam à

emoção mais pura, 

autêntica e sutil;

o gesto de empatia

que rompe 

as barreiras

da timidez.

 

Um gesto,

uma colisão

de emoções

sôfrega de atitudes,

quando o homem universal

agacha-se para premiar

de humildade

a criança que suplica aconchego,

compreensão, carinho,

amor e tolerância.

 

Num mundo

espetado por armas assassinas,

um gesto meigo

faz deslizar lágrimas

de sofreguidão,

de carência,

de reconhecimento

e amor.

 

O abraço eterniza

a solidariedade entre os povos

carentes de paz,

de humanidade,

de compaixão

e faz resvalar 

para longe

o desespero da solidão,

da singularidade em momentos

de angústia.

 

Anchieta Antunes - abril/ 2019.

 

 

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