Yuri Belov - Entrevistado

Yuri Belov - Entrevistado

Por Shirley M. Cavalcante (SMC)

Yuri Belov (nome fictício), é engenheiro e gerente de projetos, e trabalhou em diversas localidades no Brasil, e no Exterior, na África e na América Latina. Estudioso de História Militar e Medieval. Também é autor do livro Odalisca, que foi lançado pela Novo Século.

“Gosto de filmes de ação, embora não seja, qualquer filme de ação que me agrade, assim, “Questão de Honra”, é praticamente um roteiro de cinema, embora chame a atenção para vários problemas atuais, como o cyberterrorismo, refugiados de guerra, pobreza e exploração na África.”

 

Boa leitura!

 

Escritor Yuri Belov, é um prazer contarmos com a sua participação na revista Divulga Escritor. Conte-nos, o que o motivou a ter gosto pela arte de escrever?

Yuri Belov - Quando criança era um leitor voraz de histórias em quadrinhos, livros de bolso de aventuras e também dos clássicos de aventura. Eu sempre tive planos de escrever, desde a adolescência. Mas pretendia escrever sobre ficção científica, gênero, do qual sou apaixonado. Até cheguei a esboçar um conto, mas não foi para frente. Espero ainda, escrever um livro de ficção científica, tenho várias ideias, falta por no papel.

 

O que o inspirou a escrever “Questão de Honra -  A Face da Morte no Dorso de um Cavalo”

Yuri Belov - Como sou apaixonado por cinema, minha inspiração original foi o personagem James Bond. Não o espião dos filmes atuais, mas o original, criado por Ian Fleming, ainda na década de 1950, em plena Guerra Fria. Também gosto do personagem da história em quadrinhos, Corto Maltese, desenhado por Hugo Pratt, um marinheiro que está sempre envolvido em aventuras mirabolantes. Os filmes de James Bond fizeram mais sucesso do que os livros. As primeiras películas, com Sean Connery, eram mais fiéis aos livros, como Moscou Contra 007, cujo título original é From Russia with love. Basicamente, eu pensei em como estaria, nos tempos atuais, o personagem James Bond, criado na década de 1950? Provavelmente um senhor aposentado, com mais de 70 anos, aparentando jovialidade e ainda em forma, e, vem sendo atualizado através dos anos. O primeiro ator que viveu o personagem, Sean Connery, está na faixa de 80 anos. Também gosto muito de História e Geopolítica, o livro tem um pouco de cada coisa, traz alguns flashbacks da Guerra Fria, e alguns aspectos das guerras civis no continente africano

 

Apresente-nos a obra (sinopse)

Yuri Belov - Tristan Drake, um ex-oficial das forças especiais britânicas, que também atuou, a serviço de seu país no MI-6 nos tempos da Guerra Fria, ocupa a posição de diretor de operações de uma empresa de arqueologia marinha, instalada na ilha de Malta. No meio da noite recebe um telefonema, onde relatam que seu navio está à deriva no Mediterrâneo, em meio a uma forte tempestade. Houve um incêndio a bordo, e o barco, por pouco não foi ao fundo, ao ser atingido por um gigantesco petroleiro; há vários feridos e dois tripulantes estão desaparecidos. É mobilizada uma operação de resgate, mas, Tristan, tardiamente descobre que fora enganado pelos controladores da empresa; não há recursos para tirar seu grupo da Líbia, do local para onde foram levados, pois é um país conflagrado por uma guerra civil. Sem escolha, aceita a oferta de ajuda financeira oferecida por uma misteriosa mulher, filha de um comerciante de diamantes, de origem indiana e radicados em Londres. Pego numa armadilha do destino, em retribuição ao favor recebido, toma como uma questão de honra, a busca pelo paradeiro do irmão dela, um jovem e habilidoso hacker, desconhecendo que ele desaparecera levando consigo um artefato letal e sofisticado, capaz de desestabilizar uma nação inteira. Os indícios apontam que fora lutar na Guerra Civil da Síria, onde o objeto seria entregue a extremistas, mas  novas pistas indicam, que o hacker estaria em outro local bem mais distante. Drake, porém, não estava só em sua missão. Forças de segurança de alguns países, grandes corporações empresariais e uma obscura organização, também estavam no encalço do hacker. Começa a partir daí uma extraordinária jornada por lugares estranhos e exóticos, que leva-o, desde os confins da China, passando por um misterioso vale encravado nas montanhas do Hindu Kush, no Paquistão, por uma mina de coltan na África, local dominado por um líder de milícia brutal e sanguinário que usa crianças como soldados e escravos, até Volgogrado e São Petersburgo, na Rússia, onde alia-se a uma ex-agente da antiga KGB com quem se envolvera no passado.

Questão de Honra é um livro eletrizante com ação ininterrupta, no melhor estilo dos grandes romances de espionagem, relatando as agruras e aventuras de um ex-oficial da Marinha Real Britânica, que procura por todos os meios saldar uma dívida de honra, preferindo usar a astúcia ao invés da força.

 

Quais os principais desafios para a escrita da obra?

Yuri Belov - A trama se passa em várias localidades do mundo, muitos dos quais a maioria nunca ouviu falar, e eu tentei transmitir aos leitores, que quando estivessem lendo o meu livro, que se sentissem no local descrito ou até mesmo, presenciando a cena descrita. Procurei fornecer o máximo de detalhes possíveis.

 

O que mais o atrai no enredo que compõe a trama?

Yuri Belov - Eu sou apaixonado por cinema e também por História Militar. Gosto de filmes de ação, embora não seja, qualquer filme de ação que me agrade, assim, “Questão de Honra”, é praticamente um roteiro de cinema, embora chame a atenção para vários problemas atuais, como o cyberterrorismo, refugiados de guerra, pobreza e exploração na África. A trama basicamente trata de uma dívida de honra, em que o personagem vai até as últimas consequências, arriscando sua vida para cumprir a palavra dada. Embora durante a narrativa, surjam várias situações em que o personagem está sempre saldando uma dívida com alguém.

 

Cite uma passagem que o marcou enquanto escrevia.

Yuri Belov - “Você sabe quem domina este campo de coltan, na fronteira da República Democrática do Congo com o Sudão do Sul? – perguntou o experiente piloto sul-africano

– Sim, eu sei. Um sujeito que se autoproclama general, chamado Malik AlMudammir, fanático religioso, que tem pretensões de fundar um califado – respondeu Drake .

    – Bem, meu velho, seria bom saber também, que trata-se de um sujeito frio, sanguinário, que sente prazer em mutilação, estupros e assassinatos. Raptos de crianças e escravização sexual fazem parte do dia a dia dele. É um psicopata dos piores, que quer ser reconhecido como um dissidente do regime ou um rebelde, mas, no fundo, o que ele almeja é poder. É um desses megalomaníacos que vez por outra aparecem – disse Rudolf.”

Este é um dos cenários onde se desenrola a aventura Questão de Honra

 

Quais os principais objetivos a serem alcançados por meio da leitura de “Questão de Honra -  A Face da Morte no Dorso de um Cavalo”?

Yuri Belov - É raro ver na literatura brasileira, livros de ação e aventura, que abordem também espionagem e tecnologia. Tentei enveredar por uma vertente diferente do que se encontra por aí. Quis mostrar que é possível escrever sobre este tema, sem deixar nada a desejar em relação a livros de literatura estrangeira, que abordam tema semelhante.

 

Onde podemos comprar o seu livro?

Yuri Belov - E-book  e livro físico na Amazon :

https://www.amazon.com.br/Quest%C3%A3o-honra-morte-dorso-cavalo-ebook/dp/B07H4RYPB9

Também com o autor: questaodehonra.vendas@hotmail.com,  frete grátis para todo o Brasil, Preço:  R$ 29,90 

 

Comente sobre ser um escritor, o que mudou desde que começou a escrever, seus projetos.

Yuri Belov - Eu escrevi até o momento, dois livros, que foram escritos nas horas vagas. Por enquanto não é possível viver de literatura, são raros os autores brasileiros que conseguem. Nada mudou na minha rotina, continuo trabalhando como engenheiro e escrevendo nas horas vagas.

 

Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista. Muito bom conhecer melhor o escritor Yuri Belov. Agradecemos sua participação na Revista Divulga Escritor. Que mensagem você deixa para nossos leitores?

Yuri Belov - Para aqueles leitores que gostam de ação e aventura, História Mundial e Geopolítica, creio que não vão se decepcionar. Pois sentirão uma emoção, como se estivessem numa sala de cinema.

 

 

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